Pedroom Lanne
Escritor, Pesquisador e Jornalista

Livro: Adução, o Dossiê Alienígena

Mini-Blog
Indíce >> Perfil >>


Spoiler
Para Ler Adução
Escritor Pedroom Lanne dá dicas e fala sobre a experiência da leitura do seu primeiro livro Adução, o Dossiê Alienígena (São Paulo-SP: Talentos da Literatura Brasileira, 2015)


 

22 de Outubro de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Coluna
O Leitor, o Autor e a Internet

Texto originalmente publicado no blog Leão com Fome

A Internet é jovem e, por sinal, nos dias de hoje mais ou menos da mesma idade do novo público leitor. Não só a grande rede, mas os novos aparatos digitais como leitores de e-books, tablets e celulares, as conexões 4G e as mídias sociais, esse contínuo boom de informação e de novas interações, apesar da jovialidade do fenômeno – apenas dez aninhos celebrará o i-phone da Apple em seu aniversário de lançamento em junho deste ano, uma criança –, já podemos dizer que a Internet está revolucionando não só a o acesso a leitura e a própria a escrita, vale aí o exemplo da plataforma Wattpad e o tanto de novidade que se encontra por lá, bem como e sobretudo, está modificando a maneira como o leitor interage com o autor. Mas é preciso mais. Essa criança precisa crescer e a relação amadurecer, se fortalecer.

É claro que existem mil maneiras para o novo leitor e escritor interagirem pelo vasto e heterogêneo ambiente da web e das redes sociais, uns mais ou menos conectados que outros, nesse sentido, existem muitas comunidades de leitura, blogs e fã-clubes exercem bem este papel, no Facebook não faltam grupos e páginas de leitores e escritores dos mais variados temas e, mais uma vez, o Wattpad ou o site Kindle são exemplos de plataformas que favorecem o estreitamento dessa relação – isto apenas para citar algumas das mais popularizadas entre o público brasileiro.

Mas é aqui que entra parte da minha percepção, de alguém que já foi um leitor jovem e hoje é escritor: tudo isso não basta, é preciso mais. É preciso que o leitor de hoje saiba desfrutar de um privilégio que as gerações da era pré-Internet sequer sonhavam: a proximidade que os novos meios trazem para esses dois atores fundamentais do universo da literatura, autor e leitor, leitor e autor. São coisas que ao jovem atual parecem tão banais, como acessar o Facebook de um autor ou pesquisar sobre sua vida pelo Google, mas que há poucas décadas eram impensáveis ou apresentavam tantos obstáculos que sequer se cogitava ultrapassá-los. Com a conectividade disponível atualmente, esses obstáculos se evaporaram quase totalmente, basta pró-atividade para trilhar os caminhos sem fronteiras da web.

É claro que tudo é meio relativo, se o leitor tentar um contato com J. K. Rowling ou R. R. Martin, talvez o máximo que consiga seja uma resposta automática de um robô ou um contato com um relações públicas, mas na medida do possível, os laços entre autor e escritor nunca estiveram tão estreitos, é preciso iniciativa de um e disposição do outro para que dessa relação floresça e se fortaleça uma nova literatura que não se esgota na leitura de um livro qualquer, mas se estende, talvez, em um bate-papo entre leitor e autor tão direto e desintermediado quanto permitem os meios digitais da forma como são configurados e apropriados pelo público de modo geral. Bate-papo é só um exemplo, essa relação pode se estender de todas as maneiras pelas quais esses dois atores são capazes de se favorecer das novas tecnologias e plataformas conectivas, mas que vai além de apenas dar like, comentar ou opinar sobre uma leitura, é mais profunda quanto destrinchar o que se passa na mente tanto de quem lê, quanto de quem escreve, e daí brotar algo mais – o que seria? É o que precisamos viver para saber.

Este pensamento não se resume as novas gerações de leitores, mais sim ao público atual como um todo, já que também cabe ao pessoal mais velho se adaptar aos novos caminhos da web. Mas a afinidade com os meios digitais faz do jovem a peça fundamental para modificar e aprofundar a relação entre leitor, escritor e vice-versa.

15 de Agosto de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Reportagem
O Lado B da FLIP 2017
Alguns fatos da Festa Literária Internacional de Paraty que não se ouve falar por aí

Flip 2017
O auditório da FLIP em Paraty, evento transmitido a partir do interior da Igreja Matriz

B de boêmia

É a palavra que talvez melhor descreva o espírito do centro histórico de Paraty: boêmia, sobretudo durante a noite. Com um evento literário de porte internacional tomando palco no centro histórico, não foram poucos os flagras de poetas e escritores decantando e discursando nas ruas entre um trago e outro, compartilhando palavras e alegria com transeuntes que passeavam de bar em bar.

Flagramos um autor, cujo nome se dissolveu no álcool, poeta e ilustrador, em uma das esquinas mais movimentadas do centro histórico de Paraty, desfrutando uma noite de autógrafos em um espaço próprio com geladeira, barman e, sobretudo, a esposa para ajudar atrair o público e oferecer o ombro no final da noite – sem dúvida, um profissional não só das palavras, mas da boêmia.

Em eventos paralelos a FLIP, como na Casa Folha ou a Casa Santa Rita da Cassia, se encontravam sempre com alto movimento, no caso, o incentivo a literatura foi a distribuição gratuita de drinks, cerveja, alguns quitutes e, durante a noite, balada com shows musicais – quem não curte uma literatura assim?

Zoom
Flagra de um poeta boêmio profissional

Nesse clima todo, só nos restou aderir à festa e, confesso: a FLIP, antes de uma festa literária, foi sim uma grande boêmia, afinal, estávamos em Paraty, a terra da boa pinga. Os dias de festa foram de palestra em palestra, de bate-papo em conversa e, sobretudo, de bar em bar, de copo em taça e de autógrafo em dedicatória.

B de basura

Zoom
Os caras que realmente fazem as
coisas acontecerem

Basura que é a tradução de lixo para o espanhol, o que era de se esperar, já que cerca de 30 mil pessoas estiveram no centro histórico de Paraty durante os cinco dias de realização da FLIP, com elas, muito lixo se acumulou nas ruas especialmente durante a noite após as festividades diurnas.

Após o segundo dia de evento, a quinta-feira dia 27 e chegando o fim de semana, especialmente no sábado, quem acordou cedo flagrou inúmeros pontos da cidade cobertos de lixo e um odor não muito agradável tomou o ar junto ao vapor do orvalho até que o serviço de recolhimento retirasse a sujeira. Porém, há de se dizer que a cidade deu conta do serviço e não foi o lixo dos festeiros que atrapalhou a festa – infelizmente, ou felizmente para outros, há de se dizer que ao menos um catador de latinhas expressou felicidade com o lucro obtido durante o evento –, graças a esses anônimos, poucas pessoas sequer notaram e mais se queixaram da maré que invade parte das ruas do centro histórico do que qualquer problema com a basura.

B de baixaria

Sim, a FLIP teve o seu lado negro, no caso, do preconceito contra negros, o racismo. Flagramos na rua um professor de história, negro, cujo nome permaneceu no anonimato, indignado com as palavras de uma participante de um evento, uma das muitas palestras em um dos espaços do SESC na FLIP de Paraty, uma mulher, branca de olhos claros. Aos berros, os dois discutiam em público entre acusações e palavrões, até que, a mulher, envergonhada por suas palavras e a reação do professor, se retirou do local.

Sem dúvida, um fato triste em meio a um evento em que a maior notoriedade, ao menos no rol dos vivos – pois, vale lembrar que o grande homenageado da FLIP 2017 foi o escritor Lima Barreto –, a personalidade que atraiu incontáveis fãs e seguidores até a Praça da Matriz foi o ator global Lázaro Ramos, ele que muito falou sobre a questão do racismo por ocasião da tarde de autógrafos de seu livro Na Minha Pele, o título mais vendido e comentado da festa.

Em outro espaço cultural próximo dali, um escritor relatou ter um livro roubado e, não bastasse, ter sido expulso da Casa Santa Rita da Cassia, neste caso, segundo declarou, vítima do que descreveu como “preconceito contra escritor”. Segundo seu relato, outro escritor, que o vê como um concorrente, teria proibido sua visita ao local onde teria uma sessão de autógrafos programada para o último dia de festa. Uma pessoa da casa, que não autorizou a publicação de seu nome, confirmou a história, mas relatou que o escritor não foi expulso, e sim convidado a permanecer fora do recinto, “ele ficou na rua autografando seus livros, chegou até pegar uma cervejinha e não houve qualquer problema que não fosse a fofoca em torno do seu nome”, declarou a fonte.

B de blitz

Blitz, documentos. Levaram meus instrumentos”, é o que cantaria a banda Blitz na voz de Evandro Mesquita diante da cena de espancamento proporcionado pela polícia de Paraty, na base da borrachada proibindo e tomando os instrumentos de um grupo de nativos que realizava uma performance ao ar livre pelas ruas do centro histórico, próximos a Rua do Comércio, a via mais movimentada de pedestres. Basta googlar que muito certamente pipocará nas buscas a cena flagrada por inúmeras câmeras dos turistas que observaram a baixaria e gritaram em repúdio a atitude da polícia – ignorados retumbantemente. Como se um grupo de pessoas tocando música fosse algo “anormal” em uma cidade que vive e respira cultura ao ar livre, o grupo foi violentamente coibido de continuar tocando e teve seus instrumentos apreendidos e levados pelos homens da lei, incólumes perante a indignação do povo – uma vergonha.

B que rima com P

“P” de proibido ambulantes e autores oferecendo livros em frente da Igreja, da livraria oficial do evento e do auditório ao redor da Praça da Matriz, o palco da FLIP 2017.

No flagra abaixo, captamos o instante em que o fiscal da FLIP proíbe a exibição de livros na Praça da Matriz, confira:

Na realidade, essa proibição começou bem antes da festa por um acordo entre a organização da FLIP e a prefeitura de Paraty, que vetou a presença de ambulantes na Praça da Matriz ou em torno dos estandes oficiais do evento, no caso, da livraria e do auditório montados ao redor da mesma praça. Todos os ambulantes e as barraquinhas de comida foram obrigados a se deslocarem para um espaço do outro lado do rio, fora do centro histórico, local conhecido como Areal do Pontal, onde, esse ano, praticamente não houve qualquer evento da FLIP exceto pelo Museu Itinerante da Língua Portuguesa e a presença de artistas locais por meio de uma iniciativa da cidade nomeada “Parati ocupa Paraty”, entre os quais não faltaram poetas e alguns escritores para garantir o toque literário da festa, porém, sem o mesmo apelo ou a presença de público que transitava pela Praça da Matriz.

A exceção à proibição foram as barraquinhas de pipoca e churros que, com muita briga com a prefeitura, segundo palavras da Dona Regina, uma das pipoqueiras que trabalhavam no local, por meio da Associação dos Barraqueiros e Ambulantes do Centro Histórico conseguiram autorização para ficar na Praça da Matriz. Enquanto isso, do outro lado da ponte, um rapaz que vendia refrigerante e cerveja em um isopor reclamava da proibição e da atuação da polícia em coibi-los de circularem pelo centro histórico, enquanto, segundo relatou, “nada fazem para acabar com a violência e os assassinatos por tráfico de drogas que acontece lá na favela” – enfim, Paraty também tem o seu lado B.

Zoom
Cartaz do evento
Parati ocupa Paraty e a homenagem
ao jovem Jaison Caique Sampaio, o famoso Dão,
assassinado pela polícia em Trindade, Paraty

Alguns escritores ou parte do público foram surpreendidos com a inesperada ação dos fiscais da FLIP em coibir sua presença em torno do local do evento, como o autor carioca Cesar Pessôa Côrtes, que estendeu um cartaz e colocou seu livro, o título A Última Revolução, uma saga no inferno – Livro I, a mostra na Praça da Matriz, mas foi logo intimado a se retirar do local sob ameaça de repressão policial. O mesmo aconteceu com um cidadão que ergueu um cartaz em protesto contra a Rede Globo ao lado do auditório da FLIP, mas foi obrigado a se retirar do local pela polícia.

Zoom
Cartaz em protesto contra a Rede Globo:
“Rede Esgoto, mente e aliena”, diz a mensagem

Aqui, o “B” poderia ser de “que bosta”, pois a medida dos organizadores da FLIP vai contra a filosofia do grande homenageado da festa, Lima Barreto, um autor de rua, autêntico escritor que representa os povos marginalizados e a figura do ambulante. Realmente, nessa, os organizadores pisaram no “B” de bola.

B de coisa boa

Àquelas que passam ao largo do evento principal da FLIP ou das iniciativas paralelas e tomam as ruas do centro histórico de Paraty.

De escritores e poetas, além de artistas diversos que aproveitam os dias de festa para se apresentarem ao público e aos turistas da cidade, entes que dão vida e engrandecem a aura artística desse pequeno pedaço colonial de nossa história – sem dúvida, um local inspirador, que transpira arte em todos os sentidos.

Na ponte situada na Rua do Comércio, trajado como autêntico candango, o escritor e cordelista paraibano Paulo Cavalcante estava religiosamente todas as noites cercado de pessoas interessadas em conhecer sua obra. Sempre sorridente e atencioso, revelou que nunca perde uma FLIP, esteve em todas desde a primeira edição da festa e, segundo suas palavras, cada ano que passa se torna mais divertida, “a FLIP é uma grande oportunidade para qualquer autor, nunca perco uma”, declarou.

Durante a festa, é interessante notar a criatividade das pessoas ao divulgarem seu trabalho, não só os literários e muito além dos saraus ao ar livre, exemplos não faltam: cineastas expondo o trailer de um filme dentro de uma caixinha pendurada no pescoço; duas moças divulgando seus livros de bicicleta, um poeta fantasiado de pirata fazendo mímica – só faltou a perna de pau, mas, convenhamos, seria demais para os pedregulhos esburacados das ruas de Paraty, afinal, “é uma cidade triste, em que todos andam cabisbaixos, tortos, mirando as pedras abaixo dos cachos”, decantou um anônimo.

Zoom
O autor Paulo Cavalcante ao lado de
uma turista que prestigiou seu trabalho

Outro divulgava sua obra de cavalo com charrete e tudo; um autor carregava o estandarte de seu livro e outro mais que jogou seus livros no chão ou ficou contando história na Rua do Comércio – daí para mil outros exemplos que são muitos para contar.

O contato direto, tête à tête, o bate papo, as descobertas, enfim, pessoas que se conhecem um tanto quanto ao léu, mas que talvez jamais se conhecessem se não na FLIP de Paraty, entre artistas e admiradores, entre exibidores, exibicionistas e o público em geral ou entre autor e leitor, representam uma das boas coisas para quem já teve o privilégio de desfrutar dias de festa assim.

02 de Agosto de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Comunicação, Publicidade
Reversa Webrádio

Reversa Web Rádio

Foi navegando aleatoriamente pela Internet que acabei me deparando com o sítio da Reversa Webrádio, a princípio, não achei nada demais, apenas mais uma dentre as muitas webrádios hoje disponíveis no ciberespaço. Porém, ao me inteirar melhor sobre o conteúdo da Reversa, achei o espaço duplamente sensacional. Em primeiro lugar pela rádio em si, por se tratar de um espaço que toca música, especialmente rock 'n' roll, e fala de literatura. No meu caso, ainda mais, pois adoro rock e, logo que naveguei a primeira vez pelo site, notei que o espaço é aberto para uma literatura mais alternativa, na verdade, aberto a qualquer gênero literário e aos autores emergentes, bem como a poesia como não poderia faltar em um sítio cultural de tal natureza.

Achei que essa dobradinha, rock e literatura, resgata um pouco daquela rebeldia que o próprio rock já representou no passado. Digo no passado, pois hoje em dia o impacto do rock já não é mais o mesmo, embora, claro, essa aura de rebeldia ainda persista um pouco, mas, tipo assim, sou de uma época que as pessoas atravessavam a rua quando cruzavam com um metaleiro, época em que certa vez fui impedido de entrar num shopping por ser cabeludo e me vestir com aquelas roupas cheias de taxinha, hoje em dia isso não acontece mais - ainda bem. Mas, voltando ao tópico da webrádio, a Reversa cria uma atmosfera muito interessante ao aliar som e livro, com espaço para o rock pesado e a literatura de mistério e fantasia, gêneros que não desfrutam o devido espaço nas rádios convencionais e nos meios de comunicação de massa. Dentro desse cenário, as poesias e os contos decantados e narrados no meio da programação da webrádio resgatam uma atmosfera que remete aos anos dourados do rádio. Como diria Marshall Mcluhan, o cara que tomou ácido e explicou a Comunicação: com o surgimento da web e da linguagem cibernética, a Reversa Webrádio é o perfeito exemplo de que o novo meio transforma o antigo em arte.

Em segundo lugar, o que me deixou agradavelmente surpreso com a Reversa foi o fato de ter trabalhado como professor universitário e webdesigner institucional na faculdade de comunicação do UniFIAMFAAM em São Paulo entre os anos 2002 e 2006. Nesse emprego, uma das minhas atribuições era manter uma webrádio para divulgar os trabalhos dos alunos do curso de Rádio e TV e de Jornalismo. Nessa época, por limitações de recursos da rede da faculdade e da própria Internet da ocasião, muitas coisas que ensinávamos para os alunos se resumiam a teoria, então é legal hoje ver as coisas acontecendo, colocando na prática tudo que meus alunos sequer tinham como ou a obrigação de fazer. Por exemplo, rodar uma programação 24hs em streaming, ou fazer uso de outras mídias através do site e toda interatividade que a rede permite ao internauta ou ao ouvinte.

Aliás, essa webrádio da faculdade ainda se encontra disponível em meu portfólio através do link: www.pedroom.com.br/webradionovomomento, mas é só o layout do site, não tem mais os programas, todavia, a nossa webrádio se resumia a isso que se encontra na página, uma meia dúzia de programas on demand atualizados uma vez por semana. Naquela época, poucas rádios tocavam na web e rádios veículadas exclusivamente pela Internet, as webrádios propriamente ditas, eram pouquíssimas. Assim, por mais infantil que pareça a webrádio que tínhamos na faculdade, era algo inovador, um fator que torna especialmente contentador contemplar a enorme evolução desse tipo de mídia, bastante além do que ensinávamos e imaginávamos pouco mais que uma década passada.

Sem dúvida, hoje voltei a posição de aluno, e o pessoal que faz rádio on line é que tem de me ensinar como montar e manter uma webrádio.

Spot

Confira o spot do livro Adução, o Dossiê Alienígena veiculado na Reversa:

Para navegar e sintonizar a Reversa Webrádio, clique no link a seguir:
http://radioreversa.com

12 de Julho de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Música
A trilha sonora do livro Adução, o Dossiê Alienígena


Stairway to Heaven - Led Zeppelin
Maluco Beleza - Raul Seixas
Murders in the Rue Morgue - Iron Maiden
Duel of the Fates - John Williams
Batalhões de Estranhos - Camisa de Vênus
Nuclear Plant - Robert Prince
Imagine - John Lennon
Mother - Pink Floyd
Cálice - Chico Buarque & Milton Nascimento
Superman - John Williamns
Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores - Geraldo Vandré
Ode a Alegria - Ludwig van Beethoven
Time - Pink Floyd
Noite Preta - Vange Leonel
Guerreiros do Metal - Korzus
Verão na VR - Sistema Negro
Aleluya - Georg Haendel

26 de Junho de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Publicidade
Spot

Versão em WAV

28 de Maio de 2017


Adução, o Dossiê Alienígena
O FUTURO SERÁ ASSIM

Texto de Noll Quanticus,
alienígena marciano protagonista da obra "
Adução"

Quanto psicografei esse meme, não sabia que a música cujo refrão expressa a imagem estava novamente em voga com veiculação da minissérie OS DIAS ERAM ASSIM (eu não capto a Globo aqui em Marte). Mas, enfim, pra muita gente terrena as palavras do meu livro chocam, pois o objetivo de refletir sobre a vida na Terra por uma perspectiva alienígena tem mesmo esse cunho de mexer com vossas crenças e convicções, sejam religiosas, sejam científicas, bem como comportamentais e éticas.

Assim sendo, esse meme não se trata de uma simples publicidade que faz analogia a minissérie da Globo, retrata sim mais um dos muitos cálices que os terráqueos temem beber. Ou, como tudo é relativo, de um cálice que já beberam ou precisem beber.

Outra coincidência que não pode passar em branco, é o fato do livro Adução trazer uma releitura alienígena dos anos de chumbo no Brasil.

Mas, por fim, a analogia mais óbvia entre a canção e o livro, sem dúvida é personagem que personifica Deus na obra, cujo substantivo próprio que o identifica é Pai.

 

20 de Maio de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Fantasia
A Lenda do Grande Dragão Branco
Uma história de Pedroom Lanne

A Lenda do Grande Dragão Branco é um romance de fantasia e magia. Uma história sobre homens e dragões, sobre guerreiros, magos e ladrões, sobre paixão e sangue. Do amor de aprendiz por seu mestre e da devoção ao seu grande herói.

Mais uma estória, ainda por ser narrada...
De Pedroom Lanne

Clique na imagem ao lado para ler um trecho de degustação com a apresentação da obra e o primeiro interlúdio (em arquivo PDF).

Clique aqui para assitir o preview pelo Youtube.

www. Fanpage.com/greatwhitedragon

Inicialmente escrito no ano de 2005.

Preview
O mago, o guerreiro e o ladrão

01 de Maio de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Crítica
Logan: Péssimo

A tumba de Wolverine

A cinessérie dos X-Man é, sem dúvida, a melhor de todas as cinesséries sobre super-heróis do gibi já transposta para a tela grande entre todos os demais heróis do universo Marvel. Ou melhor, foi até que saísse a película LOGAN, justo a que aborda a vida do mutante mais famoso e popular do grupo: o canadense Wolverine.

Mas por que a cinessérie dos X-Man é a melhor? Porque trás a tona a questão do PRECONCEITO contra os mutantes, do preconceito contra pessoas diferentes das demais, só por isso.

"Só por isso" não, por tudo isso que não é uma mera fantasia do gibi ou do cinema, e sim uma grande problemática da sociedade moderna que desfila preconceitos contra todo tipo de minoria, seja por credo, cor, opção sexual ou alinhamento político etc, etc. Enfim, no imaginário dos quadrinhos ou dos frames, os mutantes do X-Man nos trazem um ótimo paralelo ao que acontece no dia-a-dia em relação a essa triste problemática atual, e nós torcemos para os mutantes como quem abraça a causa de quem é vítima de preconceito e de intolerância social - eis grande o mérito dessa brilhante criação de Stan Lee.

Todavia, em LOGAN, a cinessérie apresenta o seu calcanhar de Aquiles, e toda àquela reflexão positiva das películas anteriores vai privada abaixo. Não só pelos fatores os quais dissertaremos a seguir, mas também por apresentar uma trama banal e um antagonista bem fraquinho... Longe de estar a altura de um herói como Wolverine. Muito longe do que vimos nos filmes anteriores, tanto do Wolverine, quanto dos X-Man.

Em LOGAN nos deparamos com uma triste mensagem subliminar: os mutantes estão extintos, ou em vias de serem extintos. Nos delineia um mundo em que as minorias foram massacradas como se quisessem que nos conformássemos com o fato de que o desejo das maiorias deve se impor sobre o das minorias no que tange o seu direito a civilidade, a fraternidade, a igualdade e a liberdade. O filme assina embaixo do famoso "ato patriota" perpetrado durante a presidência de George W. Bush nos EUA, e apresenta mutantes caçados e torturados como se fossem àqueles mesmos terroristas que alegam estarem colocando em cheque a "liberdade" dos povos ocidentais.

Mas a coisa não pára por aí.

Todos sabem que entre os mutantes liderados pelo famoso professor X existe um que destoa dos demais, um aluno problemático na escola de Xavier, justamente Logan, o Wolverine. Isto pois, pra resumir em uma palavra, Logan é violento. Logan é o único entre os X-Man que não hesita em matar os vilões que enfrenta, e justamente isso faz dele o herói mais popular do grupo e o mantém em constante conflito com os demais alunos da escola de mutantes do professor Xavier, bem como em conflito consigo mesmo.

Agora tente transpor essa característica inerente ao personagem em um mundo que, apesar de violento e injusto, tenta ser "politicamente correto" e obterá o que se descreve pela palavra "hipocrisia". Sim, LOGAN é um filme hipócrita.

Primeiro, LOGAN rouba a esperança do espectador ao matar o professor X de maneira fria e covarde. Depois deixa claro que Wolverine está a beira da morte e que será este o final da história, só resta saber qual será seu ato final de heroísmo. Em seguida te apresenta um grupo de crianças mutantes como uma nova esperança e um novo perfil "politicamente correto", ou seja, crianças que representam as minorias discriminadas: um negro, um gordinho, um japonês, um nerd, as minas etc. Em suma, depois de várias cenas em que Wolverine finca suas garras na cabeça dos vilões e decepa seus membros, o filme tenta contemplar as tais minorias que no final serão a marca maior de sua grande hipocrisia, a qual, a esta altura, sequer mais podemos afirmar ser meramente subliminar.

Quando enfim chega a cena em que Wolverine presta seu último ato de heroísmo, o faz em prol de salvar essas crianças mutantes para que elas consigam chegar em um local isolado chamado Éden. Um local onde poderão viver longe da sociedade como a conhecemos. Em suma, renomeando para Éden o que conhecemos muito bem e se descreve pela palavra "gueto".

Essa é a péssima ideia contida em LOGAN, que o destino das minorias descriminadas é o isolacionismo, a segregação. Pura hipocrisia disfarçada de arte cinematográfica.

05 de Abril de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Soneto
Avião

Avião


Cuento
El Vuelo Chárter para Miami
Pedroom Lanne

Un vuelo a través del Triángulo de las Bermudas nunca es solamente un vuelo. La familia Firmleg lo descubrirá por su propio terror.

Lectura Libre en Wattpad

Clic aqui para ver la presentación en Youtube
Disponible para compra en el sitio Clube de Autores


13 de Março de 2017

Comentário(s) - requer uso de popup 

Sci-Fi
Noll Quanticus Magazine
Edição Inédita # Nº-1 # Ano 2 # 25/02/17

Comentário(s) - requer uso de popup 

Cinema
Rogue One: Star Wars para adultos
Uma análise de Pedroom Lanne

Todos sabem em sã consciência que a cinessérie Star Wars de George Lucas é um filme para crianças, ou infanto-juvenil se quer que sejamos mais precisos. Alguns classificam a série como ficção-científica mas se trata de um erro, não há discurso científico na película, de modo que a descrição mais correta seria de um filme fantasia de classificação livre – para ser visto pela “família”, como dizem.

Eis que Rogue One, a mais recente película do universo Star Wars atualmente em cartaz, tenta deixar a mera fantasia de lado, embora ainda não seja um filme de sci-fi, para agradar um público mais adulto, em parte o mesmo que curtia essa história quando criança e agora é barbado e/ou se depila – se não na classificação de idade, na construção dos personagens, conforme refletiremos a seguir. Se isto é bom ou ruim, cada um tem a sua opinião, já que, se o filme foi feito pelo pessoal adulto que assistiu tudo desde o princípio nos anos 70 e 80, a nova estética de Rogue One também é construída conforme o padrão hollywoodiano e o gosto do público atual: com mais ação e menos blá, blá blá melancólico, mais violência e menos inocência.

O teor fundamental de Star Wars está 100% contemplado em Rogue One. Mais uma vez, o drama entre pai e filho, ou filha, é o xis da questão que norteia a trama. Tudo que se viu nos filmes anteriores, se vê neste também: aqueles destróieres aparecendo na tela em imponente perspectiva, batalhas espaciais entre x-wings e tie-fighters, a Estrela da Morte destruindo planetas, Jedis utilizando sabres para combater seus inimigos etc, etc... Até a composição dos personagens segue a mesma fórmula de sucesso dos filmes anteriores: uma jovem que ainda acredita no bem de seu pai quando ele já está trabalhando para lado obscuro há décadas; um mercenário que acaba simpatizando com a causa dos Rebeldes; um cara grandalhão, bom de mira e briga, que segura a bronca, tão cabeludo quanto Chewbacca, embora não seja um Wookiee; e um pseudo-Jedi que, na estética do novo filme, aparece como o perfeito estereótipo do que os gringos chamam de “freak”, todavia, não fosse ele para desviar os blasters tava todo mundo – sem o perdão da palavra, já que o filme é pra adulto – fodido. Ahh, sim, claro, não podemos esquecer o robozinho que sempre acompanha a galera, faz papel de palhaço para o público e, no fim das contas, é o verdadeiro herói que salva todo mundo no clímax da história, a diferença, desta feita, é que se trata de um robozão.

Vale lembrar que a história se passa no intervalo entre os episódios III e IV da cinessérie tradicional, ou seja, entre o extermínio dos Jedis pelo sabre de Darth Vader e o surgimento de Luke Skywalker, quem em paralelo aos acontecimentos em Rogue One ainda se resumia a um jeca-tatu que trabalhava como boia-fria para seu tio em Tatooine, de modo que, em tese, não há mais Jedis na galáxia, exceto os do lado obscuro, Obi-Wan Kenobi, que permanece escondido vigiando Luke em seu planeta, e Yoda, refugiado em Dagobah. Mas se não tem Jedi, pra quê Jedi? Pensando bem, pensando como adulto, aquele papo dos Jedis, da “força”, aquele lema do “não tente, faça-o ou não faça-o”, aquilo tudo é um grande besteirol fantasioso, que não passa de uma infantilização da filosofia de Yin e Yang, coisa de “freak” conforme o linguajar estereotipado do filme e clichês que fazem do bullying ou de um tiroteio, ainda que seja “rainho” e não bala, algo tão banal quanto à ausência de um significado mais profundo para a história. Por outro lado, talvez a ilustração do pseudo-Jedi em Rogue One seja um mea-culpa que reflete a percepção em torno da questão dos Jedis, já que qualquer pensamento mais amadurecido tem dificuldades em conceber como um grupo de cavaleiros empunhando espadas possa realmente fazer a diferencia em uma enorme galáxia e, mais, não mais aquela filosofia sobre os “desígnios” da Força engana alguém, talvez uma criança, mas não um adulto. No fundo, qualquer um sabe que os Jedis são meros policiais, no máximo, não passam de uma guarda pretoriana um pouco mais zen que a dos romanos. Só que o lance dos Jedis ganhou tal dimensão que não dá mais pra voltar atrás, até porque na continuidade da saga tem toda aquela história do retorno do Jedi, então, a essa altura, não tem mais como “descontar” o que já foi contado e recontado, faz e sempre fará parte do universo Star Wars. Em função disso, a figura do Jedi não poderia estar ausente em Rogue One como não está, mas aparece bastante ironizada e até ridicularizada, pode-se dizer que, até, seja uma expressão metalinguística dentro da linguística mais adulta da nova película.

Todavia, o caractere que melhor ilustra o cunho adulto da nova película de Star Wars é o robozinho que engloba os protagonistas da história. Tão quanto o famoso C3PO, o robô de Rogue One se trata de um personagem carregado de humor, mas, ao contrário das películas anteriores, não pode ser descrito com o diminutivo “inho”, e sim “ão”, até porque se trata de um robô que fazia parte do Império, mas acabou “formatado” pelos rebeldes e assim passou para o lado do bem. O robô não tem mais a inocência de C3PO no trato com os humanos, pelo contrário, zomba deles e os desobedece, faz piadas politicamente incorretas e, eis a novidade, porta seu próprio blaster e manda raios pra cima dos inimigos ou soca suas cabeças sem a mínima dó, ou seja, não tem mais a inocência dos outros robôs que já estrelaram Star Wars (ou o gungan Jar Jar Binks que faz esse papel em Star Wars I). Por outro lado, o robô se mostra bem mais inteligente que seus antecessores, inclusive, mais perspicaz que os próprios humanos da história, mais um detalhe que ratifica o cunho adulto da película, já que na atualidade o conceito de AI é algo bem disseminado e, talvez, não caiba mais relevar os robôs a uma categoria inferior a dos humanos, já que se espera que uma entidade AI seja melhor e mais inteligente que nós, seja para o bem ou para o mal.

Apesar da construção da nova película voltar-se para um público mais adulto, conforme dissemos, também se volta ao público infanto-juvenil, por isso questiona-se se é bom ou ruim se retirar a “inocência” de certos personagens típicos de Star Wars ou ironizá-los, talvez essa seja a expressão cinematográfica de um mundo cada vez mais violento e injusto, que deixa uma mensagem de conformismo com o lado obscuro, não dos Jedis, mas de nós mesmos, como se o mal nunca pudesse deixar de existir e essa seria a sina de nossa existência – só nos resta cada um portar seu próprio blaster e se defender como for possível. Uma questão que fica para o público julgar.

Embora esteticamente construído para adultos, não podemos deixar de ressaltar que os elementos que compõem a história e a trama de Rogue One são os mesmos que consagraram a cinessérie através das sete películas anteriores, ou seja, ver o novo filme, é rever Star Wars sob novos efeitos especiais mais bem feitos a cada novo filme que é lançado. Nesse sentido, não há nada de maior destaque do que rever atores já falecidos reaparecerem na tela reconstruídos através de computação gráfica. A aparição de Peter Cushing, falecido em 1994, que estrelou a primeira película em 1977 (interpreta o Governador Tarkin que comanda a Estrela da Morte), ator ficou famoso pelo papel de Van Helsting, o caçador do vampiro Drácula (interpretado por Christopher Lee, que estrela Star Wars II e III no papel do Conde Dooku) entre as décadas de 50 e 70, dá até um calafrio para o expectador que conhece sua carreira como se o mesmo tivesse trocado de papel e fosse ele o vampiro capaz de renascer a partir das cinzas. Mas a arte de rever os mortos através da computação gráfica (embora fique muito aparente se tratar de uma) tem seu clímax com a aparição da Princesa Leia, interpretada por Carrie Fisher falecida há poucos dias no final do ano passado (2016), como se sequer permitissem a atriz descansar em paz. Tão quanto interessante, a aparição desses “fantasmas” carrega algo de sombrio, talvez para a própria classe dos atores, quando mais uma vez se reabre a perspectiva de que um dia serão prescindíveis e o cinema será uma arte puramente digital. Independente disso, sem dúvida a aparição de Peter Cushing e Carrie Fisher como animes de computação gráfica têm um forte impacto para quem assistiu Star Wars lá no princípio nos anos 70 e 80, e agora os capta através de uma figura digital como se inocentemente nos quisessem fazer crer que a morte pode ser driblada, como se o ser vivo fosse inferior à arte gráfica – não seria mais fácil simplesmente substituir o ator? Afinal, não somos mais crianças, sabemos que é só um filme, podemos descartar essa obsessiva fidelidade a realidade na exibição do caractere, sabemos que essas pessoas não estão mais aqui entre nós. Claro, há outro prisma para compreender isso, como uma homenagem aos que se foram ou de manter sua arte viva além da morte, de qualquer modo, é algo que dá o que pensar, eis que o filme, como experiência, não foi tão banal assim.

Por fim, é no fim da película que qualquer dúvida sobre o cunho adulto de Rogue One se escancara de vez, afinal, quer coisa mais adulta do que assistir todos os protagonistas, sem exceção, morrerem no final da história? E me desculpe se cometi spoiler, você que foi inocente em crer que eu não faria. Bola pra frente, pois, eis que ser adulto é deixar a inocência pra trás e se conformar com o fato de que a vida também é feita de reveses.


16 de Janeiro de 2017

 

Comentário(s) - requer uso de popup 

Teaser
Eram os Deuses Alienígenas?

Clique aqui e prestigie você também. Impresso e em e-book. Agora pelo Kindle Unlimited.


25 de Dezembro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Reflexão
A Maldita Medellín

Mais uma vez Medellín volta as manchetes mundiais para trazer notícias de morte e tristeza. Outra vez, Medellín é maldita. Justo em Medellín, a cidade do ex-narcotraficante Pablo Escobar, quem não se lembra ou ouviu falar? De outras tragédias, também no ar, que a voz de Gardel fez calar. Maldita ironia, que fosse um jogo contra o Atlético, o time dele, o Patrão Escobar, que nos mesmos ares atrairia a morte 71 pessoas, dentre elas a equipe da Chapecoense cujo maior sonho era só uma partida, seria o último, e deixou de existir.

Mas a nova tragédia nada tem a ver com antigas maldições, ainda assim, é tão terrível que, a velha Medellín, lhe faz jus. Embora atinja outro povo, mais brasileiro, traz mesmo assombro aos que viveram iguais dias de desespero e luto, então revivem nesse horrível desastre, suas dores passadas. Um repetitivo pesadelo como se o fantasma de Escobar estivesse dentro daquele avião, como se não permitisse as pessoas esquecerem-se do terror.

Mas Medellín é uma enorme cidade com milhões de habitantes, de um povo que sobreviveu aos dias de anarquia quando Escobar a ensanguentou, e em capital não oficial do país a transformou, bem como poucos afortunados sobreviveram a tragédia aérea, a quem só compete continuar, com todo pesar. Buscar novos tempos e recomeçar, como fez Medellín, muitas coisas passaram, outras se repetem. Não, não é a cidade maldita.

Só a coincidência.

30 de Novembro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Literatura
Uma resenha de Logan Solo

Adução - O Dossiê Alienígena não é uma obra comum. Um livro de mais de 630 páginas, em que o autor imerge em um conjunto de conceitos verdadeiramente diferentes do que estamos acostumados a ler e ouvir. Explicações muito elaboradas permeiam este tour-de-force, um desafio para o autor e o leitor.

Adução nos fala de nós mesmos, uma possível evolução do Homem em Homiquântico, um quadro que ocorre centenas de milhares de anos no futuro.


Logan Solo - Escritor de fantasia e sci-fi

É uma obra que exercita a mente do leitor, como após cinquenta partidas de xadrez contra o computador. Quem escreve, percebe que, após elaborar uma história, complexa ou não, sua mente sofre modificações. O escritor torna-se mais atento, sua memória aumenta, seu raciocínio melhora, torna-se mais claro. O escritor possui cada vez mais capacidade de escrever melhor, consegue novas ideias, aprimora-se, tanto a língua em que escreve gramaticalmente, seja pela pesquisa nos variados temas interligados com sua obra.

Adução não é um livro chato. Quem já leu obras do famoso John Brunner percebe que elas não são nem bem escritas, nem foram bem elaboradas. Carecem de qualidade literária. O livro de Pedroom Lanne é um livro de fôlego. Apresenta ideias complexas e avançadas, como se o autor aplicasse seus conhecimentos de física quântica em um plano totalmente novo e original.

É uma extrapolação, uma nova faceta que o autor desenvolve.

O português é correto, seu vocabulário é bom. É necessária uma dose de paciência e imersão na história, nada banal. Mas quem leu a obra sempre terá algo novo e melhor a acrescentar à sua experiência de vida, uma vez que neste livro somos convidados a participar de explicações muito exóticas e avançadas. Pode-se comparar tal livro às obras complexas de Asimov e Clarke, com a diferença que em Adução, o texto é hermético, mais fechado e simbólico do que as obras dos mestres.

Quem leu este livro terá sua mente mais aguçada, mais penetrante, do que antes de ler a obra.

Parabéns, Pedroom, você cumpriu com as expectativas!

Ass: Logan Solo

04 de Novembro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Homenagem
O Adeus ao Capita

Zoom

Carlos Alberto Torres
O eterno Capita

Depois da perda Cruyff, a letra do C do dicionário futebolista sofreu mais um pesaroso desfalque que se juntará ao holandês no Hall dos Imortais: Capita - Carlos Alberto Torres - o nosso inesquecível capitão. Ele se foi... Justo ele, quem trouxe uma das maiores alegrias ao povo brasileiro com o golaço selando a goleada de 4x1 na final contra a Itália - e era àquela Itália, há época maior potência do futebol europeu disparada - na apoteose perfeita de uma das maiores Copas do Mundo de todos os tempos, 70 no México. Se não a melhor, pois novos tempos hão de vir, foi a Copa que inaugurou um novo tempo: da transmissão de megaeventos internacionais via satélite - pelo menos no Brasil. Mas não só.

Em campo, a Copa de 70 foi muito mais que um simples evento, qualquer um há de se lembrar ou se encantar com as imagens do timaço brasileiro, sem dúvida a mais memorável conquista do nosso futebol até então, até hoje - isso ele vai levar pro outro lado, ninguém tira mais.

O feito, do jeito que foi feito, além de brilhante, fez da seleção capitaneada por Carlos Alberto Torres o modelo a ser perseguido e idealizado pelos praticantes e amantes do futebol. Não só pela arte inata que o time de 70 desfilava em seu elenco, mas pela vocação tática da equipe treinada por João Saldanha e liderada por Zagalo durante a Copa. A própria Holanda de Cruyff se inspirou no time brasileiro, a Laranja Mecânica de 74 idealizada por Rinus Michels, ele mesmo confessou, é um aprimoramento tático do Brasil de 70 - outro time que encantou o mundo e inspira fãs e táticos da bola ainda nos dias atuais.

Zoom
No famoso gol contra Itália em 70

Foi do Capita o gesto gravado na memória brasileira ao beijar, ao vivo via satélite, o Troféu Julis Rimet - o verdadeiro, o derretido, não a réplica que insistem mostrar no museu da CBF - já os que vieram após não demonstraram tanto amor assim. E outras lideranças que se seguiram, de capitães e capitaneados, poucas tiveram a unanimidade do Capita nos mais significativos precativos da posição exercida por um líder genuíno. Ser capitão, sem dúvida, foi sua maior vocação.

Zoom
O Esquadrão de Ouro de 70

É unânime o reconhecimento do Capita como grande jogador, capitão e técnico de futebol, todavia, o apelido faz mais jus ao homem, um capitão da vida que não pode ser esquecido, precisa ser lembrado e seguido como grande exemplo.

Um exemplo que também precisa ser seguido em seu trabalho último como comentarista da Rede Globo/Sport TV, um dos poucos que usufruía da plena objetividade jornalística, embora não fosse jornalista, para comentar sem aspas ou falar sem papas, de tão reta, à sua postura não cabia censura, pois também nas palavras, o Capita foi Capita.

Descanse em paz.

R.I.P.

 

26 Out 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Multimídia
Pedroom TV
O canal do escritor Pedroom Lanne no Youtube

Saiba mais a respeito do escritor e sua obra através da imagética interativa do Youtube: booktrailers, exposições, teasers, clips e muito mais. Veja alguns destaques:

Último lançamento
06/10/2016
07/08/2016 22/07/2016
Assistir
Assistir
Assistir

O Autor e Sua Obra
Sem medo de spoiler, o escritor Pedroom Lanne fala um pouco mais sobre seu primeiro livro, o título "Adução, o Dossiê Alienígena"

Clip - Momentos Bienal
Momentos da Bienal do Livro de São Paulo 2016
Com Pedroom Lanne, Sherlock Holmes e Stefanie Harjes

O que significa escrever?
Pedroom Lanne fala um pouco de seu primeiro livro e da motivação para a escrita. O vídeo foi gravado a pedido do colega escritor bahiano

À Fábio Shiva, nossos agradecimentos

Links
Pedroom Lanne Channel - UCRlQ03Ug48ajgP4Gnd_zlMg
Pedroom TV Playlist - watch?v=Tuyw15twGQ8&list=PLgXu-YwrShjAnSaSYmeuC8MNfsjnDRxgK


06 de Outubro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Pré-Lançamento
Uma Segunda Guerra
Um conto de Pedroom Lanne

Uma Segunda Guerra

31 de Agosto de 2016


Clip
Depois da longa jornada de trabalho...

Um clip de Pedroom Lanne


Clique aqui
para ler a crônica. Assista o clip original em Shockwave Flash.


28 de Agosto de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Novidade
A trilogia "Adução" impressa pelo Clube de Autores

Dossiê de um Transmutado Alienígena
O Estranho Universo Quântico
A Guerra da Inteligência Artificial
Já a venda!
   

Comprar

Comprar

Comprar


Dossiê de um Transmutado Alienígena


O livro conta a história de uma família que acidentalmente atravessa o portal do tempo para uma dimensão alienígena a mais de 350 mil anos no futuro, uma civilização inteligente hiperavançada que habita nosso cosmo em paralelo em um patamar que nós, humanos do século XX (do ano de partida da aventura: 1978), só poderíamos entender como divino.

A aventura da família em sua adaptação a nova dimensão – protagonizando um casal de irmãos conhecido por Manilla e um alienígena chamado Noll – é o que descreve o título da obra, a antítese de uma abdução: a adução.


O Estranho Universo Quântico

Continuação da aventura da família Firmleg em sua jornada pela 5ª dimensão, o cosmo-solar paralelo conhecido como Quântico. Nesta parte da trilogia, os pais de Manilla estão de volta a realidade, a realidade que eles criaram em suas mentes para aceitarem sua condição de vida no novo mundo.

Enquanto se familiarizam no cosmo paralelo hiperfuturista ao lado do alienígena Noll, Manilla procede em sua transmutação física e adução mental à nova espécie, mas contando com a presença de novos mentores: Ipsilon, professor que narra a história do universo e da sociedade alienígena quântica, e o irmão Xavier, um misterioso visionário interdimensional de origem não-natural, ambos quem contextualizam o quão longe através dos horizontes do tempo os Firmlegs se enveredaram.


A Guerra da Inteligência Artificial

Na parte final da trilogia que conta a odisseia da família Firmleg pelo universo Quântico, o futuro-paralelo de Manilla e seus pais atravessa o pretérito-continuado das mais épicas guerras do homem, da máquina e da mente até alcançar o seu juízo final.

A conclusão do dossiê que narra a adução alienígena dos humanos que ousaram cruzar o horizonte cósmico de uma dimensão regida por uma estranha quadrilogia existencial virtual, atual, real e espiritual.

Fanpage
Curta nossa fanpage

21 de Agosto de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Soneto
Morte

Morte

A única certeza absoluta.
Todos entendem que sim,
A vitória ou derrota na luta
ou meio que justifica o fim.

Tem face e tem foice,
é um vírus ou uma bala.
Aparece de dia e de noite,
Mas ninguém quer ver tua cara.

À ela se teme ou finge que não,
O que importa é viver a vida,
mas no fim, todos morrerão.

Significa uma pressuposição,
de viver com quem não rima,
só quando chegar, entenderão.

Julho de 2016


Lançamento
Uma Segunda Guerra
Um conto de Pedroom Lanne

Indetectáveis a mero mortais, dois alienígenas provenientes de um futuro muito distante se materializam na calada da noite em meio a um quartel general no deserto do Novo México. O que descobrem sorrateiramente lendo mentes de soldados adormecidos, revela um surpreendente bastidor da Segunda Guerra Mundial que nem uma sumo inteligência superior poderia predizer, revela uma segunda guerra que nunca antes se coube imaginar...


in MIERLING, Rô (org). Segunda Guerra Mundial: Memórias e Fragmentos (antologia). Rio de Janeiro: Ed. Illuminare, 2016 (página 50).

Zoom Zoom

Disponível na loja virtual da Editora Illuminare
>>> Clique aqui para acessar >>>

Zoom
A antologia Segunda Guerra Mundial: Memórias e Fragmentos

Fanpage
Curta nossa fanpage


16 de Julho de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

eBooktrailer
No vasto sistema solar, em um futuro muito, muito distante...

Adução - Episódio III: A Guerra da Inteligência Artificial

Clique aqui e prestigie você também. Agora pelo Kindle Unlimited.


01 de Julho de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

eBooktrailer
No vasto sistema solar, em um futuro muito, muito distante...

Adução - Episódio II: O Estranho Universo Quântico

Clique aqui e prestigie você também. Agora pelo Kindle Unlimited.


15 de Junho de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Novedad

 

El 10 de Junio de 2016


eBooktrailer
No vasto sistema solar, em um futuro muito, muito distante...



Adução - Episódio I: Dossiê de um Transmutado Alienígena

Comemorando 18 meses entre os top da Alta-Ficção do Kindle Brasil em meio as feras da ficção-científica brasileira. Clique aqui e prestigie você também. Agora pelo Kindle Unlimited.


01 de Junho de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Lusofonia
Oito Perguntas para Pedroom Lanne
Entrevista com escritor Pedroom Lanne publicada por Silvia Cavalcante - Site Divulga Escritor

Entrevista

1. Escritor Pedroom Lanne é um prazer contarmos com a sua participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos em que momento pensou em escrever o seu livro Adução, o Dossiê Alienígena?

Zoom
Em São Thomé das Letras - MG

Pedroom Lanne: A trama desse livro me veio à cabeça no dia 22 de Dezembro de 2012 quando estive visitando a cidade São Thomé das Letras em Minas Gerais (Brasil), por ocasião daquela que deveria ser a data do “fim do mundo” previsto no calendário maia. Em outras palavras, a inspiração para escrever “Adução” veio no primeiro dia do reinício da conta longa do calendário maia. Costumo dizer que essa história foi plantada na minha mente por algum alienígena, não só pela ocasião em que a imaginei, também pelo fato da cidade de São Thomé ser um ponto turístico conhecido por supostas visitações e contatos de seres extraterrestres.

Verdade é que estive lá de férias com minha esposa, ela que não conhecia o local, pois, se o mundo fosse mesmo acabar, talvez lá fosse um bom lugar para se estar caso algum alienígena se dispusesse a nos salvar. É claro que digo isso de brincadeira, verdade é que o mundo não acabou e eu tive essa súbita inspiração quando lá estive, se isso teve alguma influência do além, não existe nenhuma prova material ou consciente do fato, eu prefiro acreditar que o lugar me inspirou, apenas isso.

2. Quais os principais desafios para escrita do enredo que compõe a obra?

Pedroom Lanne: O grande desafio foi abordar temas que estão completamente fora da minha área de conhecimento, especialmente para desenvolver o universo imaginário no qual vivem os alienígenas da história que desenvolvi, o mundo quântico, habitado pela espécie que denominei Quanticus-sapiens, pois tive que me basear nas mais recentes teorias da física quântica para desenvolvê-lo. Um desafio para um mero comunicólogo cuja afinidade com a matemática é praticamente nula.

3. De que forma estes desafios foram superados?

Pedroom Lanne: Imaginação e intuição são as palavras-chave para a superação desse desafio, mas não só. Tive que pesquisar muitos sítios e buscar várias referências sobre física quântica, matemática e astronomia para compor uma história que fosse coerente com as teorias atuais. Hoje, a Internet facilita bastante esse trabalho, de forma que consegui superar essas dúvidas sem precisar recorrer a entrevistas com professores e pesquisadores do assunto. Consegui reunir as informações que precisava sozinho, somente consultei um especialista, um professor de física, que me ajudou a confirmar a coerência dos assuntos da forma como os abordei. O mesmo vale para os campos das biomédicas e da psicologia, outras duas áreas de grande apelo dentro da história que escrevi, das quais obtive muitas informações junto a especialistas de ambas.

4. O que mais o encanta em Adução, o Dossiê Alienígena?

Pedroom Lanne: É difícil, como autor, dizer o que mais encanta em minha obra. Talvez o forte da obra seja o que mais “desencanta”, pois, em grande parte, a história se trata de uma crítica ou sátira dos nossos conceitos de vida e sociedade. A partir de uma perspectiva consciente mais evoluída que a nossa, tento expor o que os alienígenas pensariam de nossa existência atual aqui na Terra. Da mesma forma, eu questiono nossas utopias de um mundo mais desenvolvido, de modo que o universo alienígena que imaginei também tem suas falhas e os seus limites, difere-se do nosso apenas pela ética, pelo agir ético de um universo que, certamente, desfruta de uma tecnologia super, hiper, ultra mais avançada que a nossa.

5. Que temas são abordados nesta obra?

Zoom
O livro

Pedroom Lanne: Embora pareça que não, o tema mais forte da obra é a evolução das espécies, pois a aventura não se resume ao drama dos personagens humanos (terráqueos) que utilizei para compor o enredo da história, se trata de como e o quanto uma espécie precisa evoluir em termos tecnológicos e genéticos para conseguir habitar o espaço. Nesse sentido, os protagonistas humanos formam um elo de nossa civilização atual com a civilização alienígena futurista (tendo como pano de fundo uma história sobre viagem no tempo), enquanto a história que narro, aquela que me veio a mente quando estava em São Thomé das Letras, é a história dos alienígenas, de como eles evoluíram como espécie até um dia conquistarem e habitarem o espaço.

6. Qual a mensagem que você quer transmitir ao leitor através do enredo que compõe a obra, nos apresente os principais personagens e sua missão?

Pedroom Lanne: Não posso dar detalhes sobre os protagonistas humanos da história, pois tiraria a graça da leitura já no princípio do livro. Posso apenas dizer que eles foram escolhidos e modelados conforme o tema que queria abordar que é, como enfatizei anteriormente, a história dos alienígenas, inclusive a data de partida da história e as características dos mesmos foram delineadas com esse objetivo, por isso, posso dizer, eles são norte-americanos que vivem no ano de 1978 – não porque quis escrever uma história “americanófila” ou criar algo que tivesse apelo para o mercado dos EUA, o próprio desenvolvimento da história vai desmentir essa aparência inicial, poderia dizer, até, que a história não tem nada de norte-americana, se trata de uma “armadilha” para os norte-americanos.

Quanto a mensagem que quero transmitir, muito simples, mostrar que muitos de nossos valores, que as dores de nossa sociedade atual são mesquinhas e ultrapassadas, que uma existência em nível cósmico implica em deixarmos tudo isso para trás.

7. Como você vê o mercado literário Nacional?

Pedroom Lanne: No Brasil, péssimo. Embora exista um boom de novas publicações e autores, muito em função das facilidades que se tem para publicar um livro hoje em dia, ou mesmo se publicar na Internet, em termos de mercado, a coisa continua ruim por aqui. Digo que continua em função do que ouço de outros escritores que já estão nessa estrada há décadas sem conseguir um mínimo espaço de destaque. Aqui no Brasil, e temo que em Portugal o cenário não seja muito diferente segundo alguns relatos que testemunhei em blogs lusos, só há espaço para os best-sellers, sobretudo os livros estrangeiros. Aposto que nas livrarias de Portugal o estande de maior destaque no momento seja dos livros de Star Wars e da Marvel, ou seja, exatamente como acontece por aqui.

8. Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor o escritor Pedroom Lanne. Agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor. Que mensagem você deixa para nossos leitores?

Pedroom Lanne: Que prestigiem os novos autores, tem muita coisa boa e substancial surgindo mas ainda carente de pessoas que se interessem. Que o leitor atual consiga tirar vantagem de algo que há pouco tempo era impossível: manter contato com o escritor via Internet, sobretudo os novos escritores. Pensem que, como o amor, um bom livro pode surgir onde menos se espera.

Quanto ao meu livro, peço ao leitor que venha se aventurar por minhas palavras, que tenha perseverança na leitura, pois retratar a inteligência alienígena não é simples, e qualquer dificuldade que criei foi proposital para ilustrar exatamente isso, ainda assim, passível de ser compreendida ao longo do texto. Somente no final o entendimento será completo, pois é justamente o que quero expressar com a palavra que denomina a obra: adução. Faço um apelo ao publico feminino, pois essa obra é uma obra universal que perpassa por temas que, creio, a sensibilidade da mulher irá saber apreciar melhor que os homens.

Por gentileza, deixar contatos do autor e como comprar o livro.

Pedroom Lanne: Vou deixar o aqui link de meu site pessoal, a raiz de tudo, de onde qualquer surfista virtual poderá conhecer melhor o meu perfil como escritor, navegar por todas minhas páginas na web e nas mídias sociais que participo. 0 SITE DA AMAZON é o sítio de melhor oferta para compra do livro ou do ebook “Adução, o Dossiê Alienígena”. O livro também possui uma fanpage no Facebook e o ebook outra.

Pedroom Lanne - Biografia

Pedroom Lanne
O autor

Pedroom Lanne é webwriter, mestre em Comunicação Social e especialista em novas mídias, mas, sobretudo, Doom player, dinossauro da era dos BBS e amante fervoroso de ficção-científica de um modo geral, fã e apaixonado pela literatura do fantástico. É esta justa paixão que guia Pedroom em sua obra de estreia como escritor romancista através da ficção-científica – o título "Adução" –, uma narrativa que ultrapassa as fronteiras de seu entusiasmo pelo conhecimento e aflora em palavras sua linha de pensamento que converge na busca de um mundo onde sabedoria, fé e utopia convivem harmonicamente. Como inspiração, Pedroom é leitor e aficcionado por autores póstumos como Poe, Wells, Verne e Monteiro Lobato, e contemporâneos como S. King, J. Anson e Érico Veríssimo. Diz que seus livros prediletos são “Histórias Extraordinárias”, “Christiane F.”, “1984” e “Laranja Mecânica”, e o melhor filme que já viu, pois, além de leitor e escritor é também cinéfilo, foi "Rapa Nui".

Outras publicações do autor

BISNETO, Pedro Luiz O. C. A Sala de Aula do Futuro in “Idade Mídia” – Revista da Faculdade de Comunicação do UNIFIAMFAAM Vol. 3. Artigo (11p). São Paulo-SP: Novo Momento, 2004.
01/11/2004.
BISNETO, Pedro Luiz O. C. Internet, Jornalismo & Weblog: a Nova Mensagem – Estudos Contemporâneos de Novas Tendências Comunicacionais Digitais. Dissertação de Mestrado (365p). Facasper, São Paulo-SP: 2008 in www.pedroom.com.br/portal/vitae/mestrado/, 10/01/2014.
LANNE, Pedroom. A Longa Jornada de Uma Noite Sem Fim in “Memórias do Sono” – Publicação do Curso de Editoração e Multimídia da Faculdade de Comunicação do UNIFIAMFAAM. Crônica (4p). São Paulo-SP: Novo Momento, 2005.
LANNE, Pedroom. O Homem no Porão & Uma Aventura na Selva (livro infantill). São Paulo-SP: Clube de Autores, 2016.
LANNE, Pedroom. Uma Segunda Guerra in "Segunda Guerra Mundial: Memórias e Fragmentos" (antologia). Conto (10p). Rio de Janeiro: Illuminare, 2016.
Pedroom Lanne Blog. www.pedroomlanne.blogspot.com, 23/03/2016.
Pedroom Lanne Mini-Blog. www.pedroom.com.br/portal/miniblog/, 20/03/2016.

04 de Maio de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Internet
O BBB da WWW

O Blog é a Babel da Internet Brasileira, basta realizar qualquer busca e você será redirecionado a vários deles, a maioria, sem a informação que você precisa, muitos, até, desatualizados ou fora de atividade há muito tempo. Com sorte, a busca retornará blogs com informações superficiais e recheados de propagandas do Google Ads, as mesmas que você vê em qualquer site, pois se baseiam nos seus gostos pessoais monitorados pela gigante de buscas norte-americana lhe oferecendo produtos que não te interessam, poluindo e dificultando o acesso às informações que procura, as quais, quase que certamente, não constam no blog que você abriu.

Quanto ao conteúdo, de modo geral como cada blog segue um assunto e remete ou é encontrado por certas palavras-chave, tomando o pressuposto que existem praticamente infinitos assuntos e temáticas diferentes, qualquer que seja a busca que faça, vários blogs serão inclusos na listagem de retorno, assim sendo, os blogs acessados na crença de que dispõem a informação que se procura, provavelmente não terão a mínima utilidade, pelo contrário, apenas atrapalham e congestionam qualquer pesquisa. Inclusive, talvez, você tenha chegado até aqui a partir de uma busca que nada tem a ver com essa breve postagem.

Mas por que da internet brasileira?

Ora, porque estamos no Brasil, e por estas bandas os usuários não prestam muita atenção ou não se dispõem a trabalhar os indexadores de página, aqueles metadados que servem, justamente, para facilitar e filtrar a busca dos internautas por temáticas específicas e palavras-chave. Com certeza, esse problema se repete no mundo inteiro e não só em relação aos blogs, mas em qualquer página ou site, especialmente os gerados em modelos gratuitos oferecidos por portais de acesso e conteúdo – nos quais o blog é, sem dúvida, o meio mais simples de se criar uma página/site leiga e rapidamente –, todavia, como o brasileiro é um bicho desencanado por natureza, esse problema é mais grave nas redes tupiniquins, por isso que o Blog é a Babel da Internet Brasileira, pois aqui todo mundo bloga mas ninguém se entende, ninguém lê um ao outro ou se preocupa em facilitar o acesso ao que está compartilhando, com isso, quem desmorona é o livre acesso à informação.


Pedroom Lanne
22 de Abril de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Além do Cordão de Prata

Resenha
Patrícia Fernandez, abduzida por alienígenas?

Pelo relato de seu livro Além do Cordão de Prata, Labirinto dos Sonhos, a resposta é sim. Todavia, há outros fatores contidos na narrativa dessa escritora carioca a serem considerados antes que se chegue, ou não, a qualquer resposta.

O livro de Patrícia aborda uma série de narrativas de seus sonhos a partir do ano de 2009. Em se tratando disso, não há como o leitor deixar de tentar interpretar a escritora através dos sonhos que ela descreve. Os sonhos são descritos em parágrafos curtos, um ou dois no máximo, alguns contendo apenas três linhas, porém, é recheado de ilustrações que preenchem o imaginário do leitor quando as palavras são poucas para descrever um determinado sonho.

No início, chama a atenção uma série de sonhos protagonizados por figuras militares e a pergunta que logo vem à mente do leitor é “o que essa garota tem (contra ou a favor) com os militares”? Todavia, avançando na narrativa, passam a predominar uma série de sonhos descrevendo diferentes figuras alienígenas, como seres de luz, de fogo e outras formas típicas de entes extraterrestres que compõem o imaginário popular em torno do assunto. Também são descritas uma série de naves, discos voadores e situações das mais bizarras possíveis, afinal, nada vai além de meros sonhos. Será?

Em um relato intitulado “A mão e o Elemental de fogo”, Patrícia narra um sonho infantil em que se vê rodeada por seres estranhos, e ela mesma afirma que tal sonho se confunde com uma experiência real: “tive experiências reais; cansada de acordar e ver gente me olhando, minha cama afundar, como se houvesse alguém sentado ali”, conta a escritora, em seguida, enfatizando que tal experiência se repetiu inúmeras vezes como se estivesse sendo perseguida.

Ora, essa narrativa é típica de pessoas contatadas por alienígenas, e por si só nos pode levar a concluir que Patrícia esteve, ou ainda está, seja de forma inconsciente, em contato com seres alienígenas. Ufólogos que estudam relatos de pessoas que foram contatadas por alienígenas são praticamente unânimes em afirmar que esse tipo de contato se dá, na grande maioria dos casos, durante a infância, e as descrições desses casos muito se encaixam nos sonhos descritos por Patrícia, especialmente este último.

Porém, ufologia (ainda) não é uma ciência, em contrapartida, a psicologia é; sendo a análise dos sonhos um dos objetos dessa ciência. Dessa forma, deixando de lado a hipótese da abdução, podemos entender os relatos de Patrícia como a manifestação de algum trauma que ela carrega, e vai ser a própria autora quem nos dá essa pista quando esbarramos em dois fatos (e não sonhos) narrados por ela, os quais nos levam a essa exata conclusão: a autora, possivelmente, carrega certo trauma de seus pais adotivos.

A conclusão se dá quando, ainda em sua adolescência, Patrícia revela que passou a nutrir interesse pelas ciências ocultas, porém, sempre o fez às avessas de seus pais. Um dia eles descobriram a coleção de revistas que ela mantinha escondida em seu quarto e jogaram tudo fora – eis um dos traumas. Outro, que parece mais relevante, se dá na interferência de seus pais em um namoro seu. Através de um sonho do próprio namorado, sem dúvida o mais intrigante de toda obra, a autora deixa claro que seus pais melaram o relacionamento, inclusive sendo este fato objeto de uma regressão feita por Patrícia em 1992.

Sinceramente, quando recebi este livro de Patrícia achei que o mesmo era “bobinho”, apenas um livro sobre sonhos, vejam só. Finda a leitura, fico surpreendentemente enaltecido com sua profundidade. Sem dúvida, a psique humana é um universo cheio de surpresas, Além do Cordão de Prata, Labirinto dos Sonhos é prova disso. Some-se a isso o útil glossário que a autora anexou no final do livro e... Bingo! Temos aí mais um excelente material que revela o labirinto em que se perde a mente de cada um de nós.

E que fique a lição: nunca subestime o sonho alheio...


15 de abril de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Frases Famosas
Frases, citações e aforismos do escritor Pedroom Lanne

In LANNE, Pedroom. Adução, o Dossiê Alienígena. São Paulo-SP: Talentos da Literatura Brasileira, 2015:

“Assim, de um jeito muito mais maluco do que deveria ter que ser, em diferentes dimensões coexistentes correndo para o futuro no mesmo ponto-presente, duas delas avançam com diferentes vertentes imperativas correlacionadas: o registro de desaparecimento do voo CHA-002 no Triangulo das Bermudas e, separada por centenas e mais centenas de anos, o novo horizonte aberto para Billy e sua família um pouco mais ao norte, enquanto em outras milhares, um pretérito comum indica o pouso tranquilo da aeronave em Miami” (PP.41)

***

“Ainda que não houvesse outra escolha naquele instante, as diretrizes adotadas pela homiquântica em seu concílio impuseram ao Pai a experienciação do mesmo mal que ele havia exposto a homiquântica, o ente que voltou ao convívio com as demais espécies não era mais o mesmo, e sim uma versão lobotomizada e destituída do espelho por onde buscava o seu reflexo, pois também o homiquântico, além do insuperável trauma da guerra, havia sido destituído do sonho que o próprio Pai por largo horizonte inspirou, o desejo de se tornar imortal. Apesar de extremamente complexo e complexado, o Pai voltou a ser um simples robô e o homiquântico um mero mortal” (PP.522)

***

“(...) e, após sofrer um bombardeio aéreo, num rompante meu pai apareceu pilotando um caça, depois vários, em voo rasante querendo me abalroar, tornando-se ele, Bob, meu próprio genitor, quem eu tanto tinha implorado por pouparem-lhe a vida, o protagonista maior daquele caos surrealista, sempre ele o primeiro a desferir a punhalada, a puxar o gatilho, a bronquear contra minha mísera existência” (PP.614)

***

“(...) foi então que, quebrando as leis da física óptica, partindo da fonte luminosa, o nascente quântico percebeu sua sombra longamente se projetando à contraluz bem a sua frente, antes que pudesse imaginar como seria possível, a sombra ganhou volume e se ergueu formando uma grande silhueta quântica completamente negra, sem face, sem brilho, sem outra referência humana que não fosse o contorno de seu corpo, ainda assim, ao contrário daquela outra figura obscura que se ocultara sob o brilho paterno, a sombra se fez presente sem aparentar ou projetar medo ou apreensão, pelo contrário, sem cerimônia imediatamente cumprimentando Billy² psiquicamente, mas não com um aperto de mãos, hang-loose ou coisa parecida, e sim fundindo seu corpo etéreo ao recém-iluminado enquanto lhe transmitia suas sinapses de boas-vindas” (PP.620).

***

Graças a
frasesfamosas
Leia mais frases de Pedroom Lanne no site

Meus sinceros agradecimentos a Maria Julia e ao pessoal do site Frases Famosas
PEDROOM LANNE

05 de abril de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Charge de Tintim

Opinião
Tintim na Bélgica

E dessa vez foi justo na Bélgica, na terra de Tintim, o repórter, e não houve um capaz de investigar, descobrir e evitar o que estavam tramando para explodirem(se) o aeroporto e o metrô em Bruxelas - se Tintim e seu inseparável cãozinho Milu existissem, isso jamais aconteceria.

Sobre o atentado, as mortes, o terror - o medo que se impregna na população civil que nada tem a ver com os bastidores dos conflitos cujo estopim espalha morte pela face da Terra -, só resta lamentar pelas vítimas e consolar os familiares. Desta feita na Bélgica, no subsequente atentado no Iraque, no precedente na Nigéria e no atentado em Paris de novembro passado, quando já se sabia que os responsáveis operavam de uma célula sitiada na terra de Tintim - isso jamais escaparia ao faro de Milu ou a perspicácia do repórter -, ou da série de atentados, guerras e mais atentados que se tornaram parte de nosso cotidiano desde o mal-fadado setembro negro de 2001, enfim, chorar é que nos resta.

E lá se vão quinze anos de terror que para muita gente, se vive na carne, na dor, enquanto, a distância, nós que não temos nada a ver com isso, exceto o fato de estarmos do lado dos consumidores que querem ou estão fadados a continuar consumindo, vamos absorvendo tais atrocidades como algo corriqueiro, como mais uma das tragédias que preenchem partes cada vez maiores do noticiário, como mais uma das peças da engrenagem dessa mortífera roda viva, como mero entretenimento.

No fim, só nos resta elogiar, como algo mais que nos entretêm, a charge abaixo (ou acima) e nos derramarmos em lágrimas como representado pela figura de nosso imaginário herói. Ele não virá para nos salvar, e novas cenas de pavor como vistas em Bruxelas hão de seguir, só resta aguardar para saber quando e onde, nunca mais é tão utópico quanto depositar qualquer esperança em um repórter como o personificado por Tintim.

Charge de Tintim

29 Mar 2016
Comentário(s) - requer uso de popup

Homenagem
Ter ere van: CRUIJFF

Zoom

Hendrik Johannes Cruijff
25 de abril de 1947 - 24 de março de 2016

O mundo do futebol sofreu uma perda irreparável no dia de hoje. Johan Cruyff, craque do Carrossel Holandês que encantou o mundo na Copa do Mundo de 1974, fez sua travessia para jogar em gramados onde jazem homens de sua grandeza, fora do alcance dos comuns, longe de meros mortais como nós.

Cruyff brilhou pelos clubes do Ajax, Feyenoord e Barcelona. No time catalão foi vitorioso também como técnico, onde implantou o famoso futebol total revelado pela Holanda'74 de Rinus Michels, uma filosofia de jogo até hoje praticada pelo clube e reverenciada pelo mundo do futebol.

Zoom

Zoom

A perda de Cruyff é tão grande para o futebol que poderia-se até parar com o futebol ou, que se faça melhor, que se mantenha vivo o legado desse craque sem paralelos, praticando-se o fino da arte que ele tinha nos pés e na cabeça.

Fora de campo ou da mesa, sobre o homem, morre um idealista, um pensador, uma pessoa cuja falta será sentida, todavia, jamais esquecida.

No botão, Cruyff segue vivo

Na FIFME, bem como sobre as mesas e jogos de botão pelo Brasil e ao redor do mundo, Cruyff jamais morrerá, continuá desfilando sua classe privilegiada, se não mais no couro e na grama, no feltro e na madeira ou, a la européia, no dedo e no algodão.

Zoom

Zoom

Cruyff & Krol: dois botões, uma só alma

Quando jogávamos botão em nossa infância, um nome como CRUIJFF era difícil de pronunciar, quanto mais ler ou escrever... Foi assim que confundimos Cruyff com Krol (Rudd Krol), outro craque da famosa Laranja Mecânica de 1974, por esse perdoável erro infantil, KROL acabou se tornando o BOTÃO DO SÉCULO XX na FIFME: a princípio imaginando-se que ele era o famoso craque Cruyff...

Posteriormente, quando aprendemos a diferenciar e pronunciar o nome correto de cada qual jogador holandês, Cruyff foi galgando o espaço que um craque de tal envergadura ocupa e merece estar, liderando a conquista do escrete Laranja na VI Copa do Mundo, quando recebeu a premiação de Bola de Ouro como melhor botão do mundial e na VII Copa Rocca, selando o tri nas duas maiores competições da federação, ambas quais Krol liderou a conquista do bi.

Zoom
Holanda'74

Ao lado, imagem do craque em um dos muitos álbuns de figurinhas de futebol já colecionados pelo mundo.

Johan Cruyff
Rest in peace

Zoom

24 Mar 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Novidade
Pedroom Lanne Blog

O novo velho Blog de Pedroom Lanne (antigo Blog do Pedroom) de volta à rede. Visite, leia, comente, participe, siga!
www.pedroomlanne.blogspot.com

PODCAST de Apresentação - clique aqui para baixar e ouvir

20 de Março de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Apresentação
Banca Virtual de Pedroom Lanne
Maganize de ficção, literatura e poesia. Leitura livre para crianças, jovens e adultos

Clique nas publicações para abri-las ou na barra superior para entrar na banca virtual

Site Issuu

15 de março de 2016

Adução, o Dossiê Alienígena A Longa Jornada de Uma Noite Sen Fim O Voo Charter para Miami Uma Aventura na Selva A História do Botão I O Poeta Eletrônico O homem no porão Pedroom no Issuu

Preview
Adução - O Dossiê Alienígena
Uma história de ficção-científica de Pedroom Lanne

Uma publicação do site Issuu

Comentário(s) - requer uso de popup


Literatura Infantil
O homem no porão & Uma Aventura na Selva
Lançamento em dose-dupla pelo Clube de Autores

Livros infante-infantis
Livros infantis escritos quando Pedroom Lanne era criança

Um livro, duas histórias. Emoção em dose dupla. Histórias de criança para criança

O homem no porão
Pedroom Lanne & Marcos A. Aflalo
Num porão um homem fica preso, daí acontecem coisas estranhas. Será que ele consegue sair?

Uma Aventura na Selva
Pedroom Lanne
O livro conta a história de um menino escoteiro que se perde na selva e passa por mil enrascadas antes de se encontrar a salvo.

Compre aqui o livro 'O homem no porão'

05 de Março de 2016


Também disponível para leitura livre na Banca Virtual de Pedroom Lanne no site Issuu
 
Clique na imagem para abrir
O homem no porão
Uma Aventura na Selva

O homem no porão

Uma Aventura na Selva

Pedroom Lanne & Marcos A. Aflalo
Pedroom Lanne

Comentário(s)
- requer uso de popup 

Lançamento
Adução, o Dossiê Alienígena - Edição de Luxo

A edição de luxo do livro ADUÇÃO, O DOSSIÊ ALIENÍGENA de Pedroom Lanne pelo Clube de Autores. Confira e adquira o exemplar de acordo com o seu bolso, impresso ou digital.

Impresso em formato tabloide 20x20, papel couche, 696 páginas. Novas ilustrações, novas passagens e informações. Ebook em formato PDF.

-----Pedroom Lanne no
Pedroom Lanne
--------Acesse a página do autor

Adução, o Dossiê Alienígena
A edição de luxo do livro Adução

29 de Fevereiro 2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Video
Trailer - Dissertação de Mestrado

A ideia de criação do trailer a seguir é antiga, seu roteiro foi desenvolvido pela ocasião, em dezembro de 2008, da banca de defesa de mestrado do estudo Internet, Jornalismo & Weblog: a Nova Mensagem (do autor deste post), todavia, por falta de tempo e tecnologia a mão disponível, não pôde ser criado. Pensávamos criar uma apresentação audiovisual baseada nas epígrafes da dissertação, uma vez que essas são, nada mais, nada menos, do que frases atribuídas à figura do Diabo interpretadas pelo ator norte-americano Al Pacino, de quem somos fãs incondicionais, veiculadas na película O Advogado do Diabo (além de outra citação única do filme A Profecia III - O Conflito Final). A partir disso, a apresentação seria (e agora é) uma exibição intercalando tópicos da dissertação com cenas de ambos filmes nas quais tais frases são mencionadas.

A dissertação inicia com uma epígrafe extraída de um famoso refrão em que Raul Seixas canta "enquanto Freud explica, o Diabo dá os toques", como uma forma de alertar o leitor, à cada epígrafe que vem a seguir, quanto ao estudo focar um objeto, o weblog, cuja linguagem ainda está em desenvolvimento, antes de tomar qualquer consideração como a absoluta descrição do cenário abraçado pelo estudo, como mais uma forma de trazê-lo à reflexão sobre os temas abordados. Ao final da dissertação, o refrão da canção "Freewill" da banda canadense Rush, ilustra quais são nossas considerações finais a respeito do que foi dissertado.

Vale até relembrar que, durante a banca de defesa da dissertação em questão, um dos debatedores (Prof. Dr. Sebastião Squirra) questionou o porquê de se utilizar citações do Diabo, foi esclarecido que elas nasceram em um trabalho sobre ética no jornalismo, quando algumas frases do mencionado filme protagonizado por Al Pacino foram utilizadas para ilustrar a apresentação de um seminário em sala de aula (em disciplina ministrada pelo Prof. Dr. Laurindo Leal Filho). Posteriormente, o orientador da pesquisa (Prof. Dr. Dimas Künsch) achou interessante utilizá-las na dissertação para abrir os capítulos e principais tópicos da mesma. Vale esclarecer que as frases do filme O Advogado do Diabo são oriundas da novela homônima ao filme, do escritor norte-americano Andrew Neiderman (também conhecido pelo pseudônimo V. C. Andrews), que teria se baseado na obra do poeta inglês do século XVII, John Milton (cujo nome é reverenciado no papel de Al Pacino no filme, o advogado John Milton), para escrevê-la - o roteiro do filme pertence à Jonathan Lemkin e Tony Gilroy. Quanto à frase do filme A Profecia III, pertence ao livro bíblico Revelações do profeta João (interpretada pelo ator irlandês Tommy Duggan, na película, um dos apóstolos que busca erradicar a presença do Diabo na Terra), o roteiro pertence a Andrew Birkin.

Hoje, com tecnologia disponível e as recentes edições de booktrailers por parte do autor deste mini-blog, a ideia de criar o trailer abaixo para a mencionada dissertação de mestrado voltou à tona. Como estávamos com a mão na massa, assim o fizemos. A qualidade não é das melhores, mas isso pouco importa, o estudo vinculado a este vídeo trata da nova mensagem comunicacional que se populariza a partir do surgimento da Internet, mais especificamente, do blog - ou weblog, como originalmente nomeada essa nova maneira de veiculação da notícia no ambiente de rede -, por isso, o teor do vídeo está em sua mensagem. Todavia, a mensagem a seguir está mais nas entrelinhas do que nos diálogos e citações conforme sua interpretação nos respectivos filmes, por isso é preciso buscar compreender o Diabo pelo símbolo que ele representa na sociedade contemporânea para, assim, se extrair sua relação com o cenário do Jornalismo na Internet.


Apresentação simbólico-imagética do estudo dissertativo "Internet, Jornalismo & Weblog: a Nova Mensagem"
de Pedroom Lanne (Ms. Pedro Luiz de Oliveira Costa Bisneto). Estudos contemporâneos de novas
tendências comunicacionais digitais. FACASPER, São Paulo-SP: 2008.

Disponível para consulta e download (em PDF) no sítio:
www.pedroom.com.br/portal/vitae/mestrado/

21/02/2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

Charge
Ego de Escritor

Espelho, espelho meu...

20/02/2016

Comentário(s) - requer uso de popup 

eBook
A Nova Edição da Trilogia "Adução" em eBook

Novas capas para a trilogia em eBook "ADUÇÃO" a ser relançada em breve pelos sites Kindle, Kobo e Clube de Autores. A partir desta nova atualização, cada parte da trilogia levará um subtítulo próprio (vale lembrar que a trilogia em ebook corresponde ao volume impresso completo). As capas conterão uma borda colorida para identificar cada ebook como parte da série/coleção.

Outra novidade é a criação de uma série de ebooktrailers (vídeos de apresentação), um para cada parte da trilogia. Os ebooktrailers são inspirados na abertura do filme Star Wars, cada qual introduz a trama do respectivo volume. O lançamento dos ebooktrailers se dará pelo Facebook, pelo canal do autor Pedroom Lanne no Youtube e por este mesmo blog.

E, ainda de improviso, publicamos a capa da segunda parte da história, a continuação de "Adução" sob o título "Abdução", que será, novamente, dividida em três volumes. Em destaque, a capa da primeira parte, o quarto episódio da série "Adução & Abdução" em ebook.

Zoom Zoom Zoom Zoom

Clique sobre as imagens para ampliá-las

Gracias a Kike Espinoza, el man que hizo los dibujos de entrada en las tres partes del ebook Aducción...

30 de Janeiro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Divulgação
Booktrailer: Pedroom Lanne apresenta...

Acompanhe o canal de Pedroom Lanne no Youtube.

20 de Janeiro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Análise
“Adução, o Dossiê Alienígena” e a Jornada do Herói Mitológico

ATENÇÃO: contém spoiler

Diagrama da Jornada do Herói Mitológico do personagem Billy Firmleg na história “Adução, o Dossiê Alienígena”, de Pedroom Lanne (ao lado).

Baseado no roteiro de Christopher Vogler (do livro de Joseph Campbell, “O Herói de Mil Faces”) em “A Jornada do Escritor”, montado por Luiz Eduardo Rincón. Análise de Pedro Luiz O. Costa Bisneto, mestre em Comunicação pela FACASPER/SP.

Zoom
Clique no diagrama para ampliá-lo, também disponível em arquivo PDF

Em breve: análise completa da jornada mitológica de Billy, aguarde.


11 de janeiro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Star Wars VII

Novidades da Galáxia
Ontem, em uma galáxia muito, muito distante...
Sobre o filme Star Wars VII - O Despertar da Força, criação de George Lucas

Microanálise de Noll Quanticus,
o Marciano

Noll Quanticus

Através dos glóbulos oculares e orifícios auditivos do hominídeo nomeado Pedroom Lanne, também conhecido como autor desta fanpage, captei em Imax a película STAR WARS VII - O DESPERTAR DA FORÇA e, apesar de minhas críticas a respeito das naves de propulsão (pois é um meio de transporte inviável para a expansão espacial segundo os conceitos da física quântica), mas, tomando o parâmetro de que a saga acontece em um passado longínquo e em uma galáxia muito, muito distante, tudo é possível - até se colonizar o espaço com naves de propulsão - por isso, achei a história muito, muito boa. Sem dúvida, a produção é um prêmio aos fãs e aos filmes anteriores que brinda o universo de Star Wars com o melhor da tecnologia cinematográfica terráquea atual. Nunca as batalhas entre tie-fighters e x-wings foram tão bem retratadas ou os sabres de luz brilharam tanto como nesta sequência, e se você já achava legal a destruição da Estrela da Morte nas versões anteriores, prepare-se para redefinir seus conceitos imagéticos de explosões espaciais.

O segredo da nova sequência de Star Wars é focar a história em torno do que ela sempre teve de melhor: o drama de uma família que se divide entre o lado luminoso e o lado obscuro da força, sem precisar inovar para agradar. Não há grandes novidades nessa trama, todos caracteres que tanto inspiraram gerações de fãs estão todos presentes: o jedi Luke Skywalker e sua irmã Princesa Leia, os contrabandistas Han Solo e seu eterno companheiro, o wookie Chewbacca, além dos cômicos robôs C-3PO e R2-D2. Já para cada ausência dentre aqueles faleceram nos capítulos anteriores há um substituto ou substituta, como no caso de Yoda, cuja falta é suprida por uma versão feminina do mesmo - vale enfatizar a grande presença feminina ilustrada na película, até stormtrooper mulher agora existe no lado obscuro, já pelo lado iluminado, as mulheres são personificadas pela protagonista da nova sequência, uma aspirante a jedi chamada Ray. Evidentemente, Darth Vader é o personagem que mais se ressente, entretanto, um novo jedi obscuro toma seu lugar e, conforme a história se repete em uma espiral que vai e volta, mais uma vez, em uma plataforma sobre o vazio, propicia um final surpreendente para um drama vivido entre pai e filho.

Regojizai-vos, hominídeos, a nova sequência de Star Wars é digna desse fabuloso universo criado por George Lucas. Orgulhai-vos, assim como eu me orgulhei, dessa fantástica saga de cavaleiros espaciais.


04 de janeiro de 2016

Comentário(s) - requer uso de popup

Este blog requer uso de popup (janelas flutuantes)

Posts mais antigos >>
Topo

O homem no porão O Poeta Eletrônico A História do Botão Uma Aventura na Selva Preview - Adução A Longa Jornada de uma Noite sem Fim O Voo Charter para Miami Pedroom Lanne no Issuu