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VII Copa Rocca - Penúltima rodada: Holanda assume liderança e decisão do campeão sai no "Choque-Rei", a partida de encerramento do campeonato. Derrotada pelo Brasil, Alemanha ainda sonha

Na penúltima rodada da VII Copa Rocca, a Alemanha foi novamente derrotada - desta vez no clássico contra o Brasil - e, depois de nove rodadas, deixou a liderança do campeonato, pior, com os resultados finais do round, caiu para 3ª posição da classificação geral, à dois pontos da nova líder, a Holanda. Ainda sonha, mas precisa de uma combinação de resultados para chegar ao título, mais precisamente de um empate entre Brasil e Holanda na partida derradeira da competição e também, é claro, de uma vitória em sua partida contra a Irlanda (que já recebeu duas malas-pretas de brasileiros e holandeses para barrar os germânicos).

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O Brasil goleou a Alemanha por 5x2 e avançou para última rodada na briga direta pelo bi-campeonato

O clássico entre Brasil e Alemanha foi emocionante, especialmente na primeira etapa que teve duas viradas, e terminou com o placar de 3x2 para o time canarinho. Na etapa complementar só deu Brasil que, com mais dois gols, selou o marcador goleando por 5x2 e, até que a Holanda jogasse, ultrapassando a Alemanha na pontuação e ficando na ponta da tabela, garantindo no mínimo - mesmo que a Holanda vencesse a partida que vinha à seguir - a briga direta pelo título para a última partida diante da própria Laranja. Ficou tudo para a última rodada, a última partida, o super-clássico "Choque-Rei".

Holanda vence Uruguai e assume a ponta

Foi um jogo duríssimo, digno de reta final de campeonato, mas a Holanda - que brigava pela liderança - bateu o Uruguai em seu desespero da luta contra o rebaixamento - e a Celeste segue ameaçada, ameaçadíssima -, 3x2 placar final apertado para os holandeses que, apesar de terem comandado o marcador - com o Uruguai empatando o jogo por duas vezes -, só conseguiram o gol da vitória à menos de dois minutos para o término da partida e ainda tiveram Cruijff expulso.

A vitória deu à Laranja a oportunidade de decidir o título contra o Brasil na última rodada dependendo apenas das próprias forças para chegar ao tri, de uma vitória no Choque-Rei ou, se a Alemanha tropeçar na Irlanda em partida que precede o grande clássico, jogando por um simples empate. A liderança não poderia ter vindo em melhor momento para o time do Carrossel pois, assim como foi tri da Copa do Mundo recentemente, pode agora repetir o feito na Copa Rocca e, novamente, c reconquistar as duas maiores competições da FIFME em um mesmo Grand Slam, o que seria mais um feito histórico do time da terra dos moinhos de vento - será? O Choque-Rei decidirá. E decidirá mais, mesmo que ainda faltando mais competições, a vitória no clássico e, por conseguinte, a conquista do título da Rocca, vale a liderança do atual Grand Slam para o Brasil ou o título antecipado do mesmo para a Holanda, ou seja, é um clássico que vale muito, a glória total para o vencedor e a sensação de derrota, de morrer na praia para o perdedor... será de arrepiar!

Briga contra o rebaixamento ferve

Bélgica e Sérvia entraram em campo para o capítulo mais importante na história da parte negra do campeonato, a luta contra o rebaixamento, com os belgas segurando a lanterna e os sérvios a vice-lanterna, um combate de vida ou morte para ambas equipes em sua empreitada de permanecer na elite do futmesa. O jogo foi à altura, à altura da baixa posição das duas equipes na tabela, que se traduziu em uma partida de péssimo nível técnico, o 0x0 da primeira etapa fala por si só. No tempo final, ao menos as equipes mostraram um pouco mais de vontade e os gols saíram, o da vitória, inclusive, marcado no minuto final da partida: 2x1 para a Sérvia e para o desespero dos bélgas, que se enterraram ainda mais na lanterna, isolados na última colocação à dois pontos e seis gols de desvantagem para o concorrente mais próximo, o Uruguai, e à apenas uma rodada para o encerramento do pleito. Inclusive, não mais dependendo das próprias forças para escapar da lanterna. Na rodada derradeira, a Bélgica enfrenta o bom Estados Unidos - 4º na classificação -, jogo duríssimo, enquanto a Sérvia enfrenta a França em partida na qual o empate safa ambas seleções da degola.

A Celeste - que terminou a rodada na 11ª posição após a derrota para Holanda -, com apenas 8 pontos somados em 10 rodadas, precisa vencer seu último jogo diante da Rússia para se safar da segundona sem depender de outros resultados.

No último ato da briga contra o rebaixamento na penúltima rodada, entraram em campo: França, ainda ameaçada - precisando de um pontinho para se safar -, e Rússia, que buscava melhorar sua posição mas já em ritmo de cumprir tabela apenas. Mesmo assim, ao que parece jogando sem o peso da responsabilidade, o duelo - de dois países que sozinhos reúnem os cinco tírulos da Copa Europa já disputados - foi um verdadeiro baile russo: 6x0, galgando os soviets para a 5ª posição da tabela e empurrando a França para 10ª posição, que, por sua vez, em função do saldo negativo pela goleada sofrida, se mantém sériamente ameaçada pelo rebaixamento - agora muito mais. Na última rodada, França e Sérvia se enfrentam, um empate salva ambas, a derrota, especialmente para os gauleses, pode significar o fracasso máximo dependendo dos resultados de Uruguai e Bélgica no round terminal.

Segundo os matemáticos da FIFME, das quatro seleções ainda matemáticamente ameaçadas pelo rebaixamento, as chances de cada uma cair para a 2ª divisão são de:

  • Sérvia - 23%
  • França - 30%
  • Uruguai - 33%
  • Bélgica - 89%

Limbo

Complementando as partidas da 10ª rodada, dois embates que pouco afetaram a classificação geral tanto na parte de cima como de baixo da tabela. O primeiro deles, uma goleada, um verdadeiro passeio da Argentina sobre a Irlanda: 6x0. A Irlanda - o famoso Eire -, que faz boa campanha para quem subiu da segundona na última edição da disputa, enfim tomou uma surra digna de caçula debutante na elite, e que lavada! - sorte que o time não tem mais risco de cair, bem como a Argentina, que terminou a rodada na 7ª posição logo afrente da prória Irlanda.

Estados Unidos - que ainda sonhavam com 'chances matemáticas' (rs) de título - e Escócia entraram em campo para fazer um melancólico 'clássico' tradicional, o jogo, entretanto, foi bom, bem movimentado e equilibrado. Depois de empatarem na primeira etapa em 2x2 graças à um gol-contra em rebote do goleiro americano no último arremate por porte da Escócia, com um gol já no último minuto da partida, o time da terra do whisky acabou vencendo por 3x2, dando fim ao pouco que restava do "sonho americano", então sem mais quaisquer chances de levar a taça para a conta do Tio Sam.

Classificação da VII Copa Rocca - Rodada 10/11 - II Turno:

Pos:

País

Pontos:

SG:

Holanda

22

7

Brasil

21

13

Alemanha

20

9

Estados Unidos

17

6

Rússia

16

-1

Escócia

15

5

Argentina

13

0

Irlanda

13

-10

Sérvia

9

-4

10º

França

9

-9

11º

Uruguai

8

-5

12º

Bélgica

6

-11

Próxima Rodada - 11/11:

França x Sérvia
Bélgica x E. U. A.
Uruguai x Rússia
Argentina x Escócia
Alemanha x Irlanda
Brasil x Holanda

Artilharia - VII Copa Rocca:

  • 13 gols:
    • Ronaldo (nº 9) - Brasil
  • 12 gols:
    • Dalgush (nº 9) - Escócia
  • 11 gols:
    • Bocanegra (nº 9) - EUA
    • Cruijff (nº 14) - Holanda
  • 10 gols:
    • Milosevic (nº 9) - Sérvia
  • 9 gols:
    • Haessler (nº 8) - Alemanha
    • Ronaldinho Gaúcho (nº 11) - Brasil
  • 8 gols:
    • Kirk (nº 9) - Irlanda
  • 7 gols:
    • Donavan (nº 10) - EUA
    • Pavlyuchenko (nº 9) - Rússia

29 Out 2011


Rocca "2D": Na dramaticidade dos penaltis, Itália vence Arábia, conquista o 'bi' da segundona e está de volta à elite do futmesa

Em uma partida na qual somente a Itália poderia estrelar, de uma dramaticidade digna das mais antigas películas românticas cicilianas, que só poderia mesmo terminar na "loteria" dos penaltis, a Azurra conquistou o título da VII Copa Rocca 2ª Divisão - reconquistou, pois já fora campeã na 4ª edição da disputa - e carimbou seu passaporte de volta à elite do futmesa FIFME, à 1ª Divisão para a disputa da VIII Copa Rocca, depois de ter caído na última edição do certame.

Se para a Itália a vitória nos penaltis foi dramática, para a Arábia Saudita - adversária dos italianos na finalíssima disputada em Riad, casa dos árabes - foi de decepção total, de pura e inconsolável tristeza. O time esteve à cerca de um minuto da conquista do título, quando tinha o placar que lhe cabia, 5x2 no jogo e, àquela altura, 5x4 no agregado das finais (havia perdido a partida de ida em Roma por 2x0), mas acabou sofrendo um gol estonteante de De Rossi - casquinhando mansamente no contrapé do goleiro Abdalla - e, apesar de vencer a partida, viu a decisão do título ir para o desempate na cobrança de penalidades máximas.

Nos penaltis, a Itália abriu a disputa largando na frente, marcando o gol, empurrando a responsabilidade de não errar para o lado árabe, e deu certo. Fez 2x0 na terceira série e somente esperou pelo erro adversário, que aconteceu na última cobrança em uma intervenção do goleiro Buffon - festa da Azurra, que reconquistava sua vaga de volta à 1ª divisão, o necessário indesejável bi da 2ª divisão. E a Arábia, que esteve à beira de conquistar seu primeiro título em sua longa história na FIFME, teve que amargar mais ano de espera na Fila, engolindo um grito na goela que já vem desde 1987.

Nos penaltis, prevaleceu a maior precisão dos italianos que tiveram a frieza de comandar a disputa diante do inexperiente time árabe. Também premiou aquela que foi a melhor equipe do campeonato, apesar de ter jogado tão mal as duas partidas finais.

Como fora em Roma, a Arábia jogou melhor que a Itália durante toda a final mas, ao contrário da partida anterior quando não conseguiu marcar gols e acabou perdendo por 2x0, desta vez, jogando contra o 'goleirinho' italiano, a bola entrou, e logo. Em um piscar de olhos os árabes fizeram 1x0 no marcador. A Itália suou mas conseguiu o empate, logo após, em dois lances seguidos, a Árabia fez 3x1 - diferença de gols que zerava a contagem no placar agregado - e botou pressão nos italianos que, ainda na primeira etapa, conseguiram diminuir: 3x2 foi o score parcial da final.

Na etapa final, a Arábia aumentou o ritmo, fez 4x2 no marcador e, quando a Itália tentava correr atrás do gol que valeria a conquista, tomou o quinto à cerca de dois minutos para o fim da partida - parecia que, também na FIFME, o final da primavera seria árabe àquela altura. No desespero, a Itália foi pra cima e, quando parecia totalmente improvável, conseguiu o gol salvador, que levava a disputa para os penaltis. A Azurra ainda chutou uma bola na trave nos segundos finais da partida, mas a decisão do campeão acabou mesmo no dramático e imprevisível desempate das penalidades máximas...

Além do título, com os dois gols anotados por Roberto Baggio na final, a Itália terminou a competição com o artilheiro máximo ao lado de Peter Crouch da Inglaterra, ambos com 12 gols, e o ataque mais positivo com 33 tentos registrados ao todo.

Mais informações:


O
score final em Riad: a vitória no tempo normal da Arábia de nada adiantou, a Azurra acabou levando nos penaltis

Zoom
O pôster dos bi-campeões


Zoom
O dia
'B': da decisão da Série 'B', e do 'Bi' da Itália

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O pontapé inicial da finalíssima

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A festa italiana no momento em que se consumava o resultado das cobranças de penaltis

Zoom
O
score das penalidades máximas: no fim, glória italiana

Tábua dos Artilheiros - VII Copa Rocca 2ª Divisão:

  • 12 gols:
    • Peter Crouch (nº 9) - Inglaterra
    • Roberto Baggio (nº 10) - Itália
  • 9 gols:
    • Milan Baroš (nº 9) - República Tcheca
  • 8 gols:
    • Al Shahrami (nº 7) - Arábia Saudita
  • 7 gols:
    • Jimmy Kelly (nº 11) - Itália


28 Out 2011

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